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terça-feira, 23 de agosto de 2016

O Governo precisa resolver os nossos problemas, diz delegado em operação

Embora estejam insatisfeitos com o parcelamento dos salários, a Policia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (23), uma operação para desarticular uma quadrilha que vinha realizando assaltos e lojas comerciais na capital e no interior do estado. A quadrilha efetuou diversos assaltos.

A operação policial que conta com a participação de cerca de 50 policiais civis, além de 5 delegados, teve inicio desde as primeiras horas de hoje e já efetuou a prisão de 8 suspeitos. Também foi recuperado parte do produto de roubo praticado pela quadrilha, inclusive materiais que foram subtraidos em uma loja de celulares em Ribeirópoilis, loja o Boticário em Socorro e Americanas em Aracaju.

Durante a operação, um dos delegados responsáveis pela operação, Dr. Marcos Garcia, aproveitou para fazer um desabafo. O delegado afirma que embora a categoria esteja descontente com o governo do estado, a população não irá ficar desamparada. “Embora nossa insatisfação com o governo em parcelar nossos salários, a população não pode ficar desamparada”, afirma o delegado.

Marcos Garcia disse ainda que o governo precisa resolver a situação dos policiais civis e militares. “Nós somos policia e não temos o direito de parar. O governo precisa resolver nossos problemas e nós não vamos deixar a população abandonada por conta do aumento da criminalidade”, desabafou o delegado em entrevista a uma emissora de rádio.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

Justiça manda Estado pagar em dia aos magistrados aposentados; veja a decisão

A Justiça decidiu ontem, 22, determinar ao governo do Estado que pague em dia aos magistrados aposentados. A decisão é decorrente de ação movida pela AMASE - Associação dos Magistrados do Estado de Sergipe. A partir dessa decisão, o Estado fica obrigado a pagar aos magistrados aposentados no mesmo dia em que pagar aos juízes e desembargadores que estão na ativa.

VEJA AQUI a decisão

Fonte: Ne Notícias

Sinpol Sergipe: Assembleia Geral amanhã, 23 de agosto de 2016, Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe




Fonte: Sinpol Sergipe

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Justiça diz que todos os Tenentes-Coronéis que não tenham completado interstício não devem ser promovidos

A Justiça decidiu proibir o Comando da Polícia Militar de Sergipe de promover todos os tenentes-coronéis que não tenham completado o interstício até 31 de dezembro de 2015. Todos eles devem ter sido excluídos do Quadro de Acesso para promoção do dia de ontem (21).

VEJA AQUI aqui a decisão

Fonte: Ne Notícias

Aposentados do Estado receberão R$ 1 mil nesta terça

O Governo do Estado divulga o calendário de pagamento da segunda parcela do mês de julho, referente aos aposentados e pensionistas, que será realizado nas seguintes datas: 

Amanhã, dia 23, recebem os aposentados e pensionistas com saldo de até R$1.000,00.

Os beneficiários que têm saldo a receber acima de R$1.000,00 , a segunda parcela será depositada no dia 27 de agosto. A primeira parcela foi paga no dia 12 de agosto e custou ao Estado o valor de R$ 91.971.863,89. Nesta segunda fase do pagamento, os benefícios custarão ao cofres estaduais R$10.373.85,76.

Fonte: Ne Notícias

domingo, 21 de agosto de 2016

Câmara aprova renegociação das dívidas estaduais e arrocho contra servidores


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o Projeto de Lei Complementar 257/16, do Executivo, que propõe o alongamento das dívidas de estados e do Distrito Federal com a União por 20 anos se eles cumprirem medidas de restrição fiscal. A matéria foi aprovada por 282 votos a 140, na forma de uma emenda substitutiva oferecida pelo relator, deputado Esperidião Amin (PP-SC). Depois de analisados os destaques, nessa quarta-feira 10/08, a matéria agora deverá ser enviada para apreciação do Senado.

Esse alongamento para pagar a dívida está condicionado à assinatura dos aditivos, no âmbito das regras estipuladas pela Lei Complementar 148/14, e depende da desistência de ações judiciais contra a União sobre o assunto. O novo prazo total para pagamento será de até 30 anos, contados do contrato original, assinado de 1997 a 2001 por meio da Lei 9.496/97 e da MP 2.192-70/01. Para os críticos do projeto - servidores públicos e usuários em geral, de igual maneira esse limite implicaria dificuldades na concessão de reajustes devido ao aumento de outras despesas acima desse índice inflacionário, o que também dificultaria a manutenção de serviços públicos para a população nos níveis demandados. 

"O projeto tem várias pegadinhas, se tira um item numa parte, ele está garantido em outra parte. Um exemplo, se congela um investimento primário, congela investimento em saúde, segurança pública e educação, inclusive também na questão salarial. No final das contas, o projeto mudou, nas não mudou", explica o presidente da Anaspra, cabo Elisandro Lotin de Souza. Já o governo argumenta que não seria possível conceder o alongamento da dívida e os descontos nas parcelas sem qualquer contrapartida dos estados no controle dos gastos.

Negociações em plenário anteriores à votação levaram o governo a concordar com a retirada do texto da exigência de os estados congelarem por dois anos as remunerações dos servidores públicos. Outros destaques precisam ser analisados pelo Plenário em sessão marcada para as 10 horas desta quarta-feira, como o que pretende retirar do texto a limitação do crescimento anual das despesas primárias correntes à variação do IPCA do ano anterior.

Deputados militares

Entre os deputados militares estaduais votaram contra o projeto os deputados Cabo Daciolo, Subtenente Gonzaga e Major Olimpio. O deputado Capitão Augusto, vice-líder do governo Michel Temer, apesar do apelo da direção da Anaspra e de outros deputados militares, não se convenceu dos prejuízos aos servidores públicos e votou a favor do projeto, ou seja, contra os praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. "Como vice-líder do governo, o Capitão Augusto, a despeito de inúmeras conversas com dirigentes da Anaspra e de outras entidades, que o informaram sobre os prejuízos, mas ele não acatou. O capitão tem divulgado vídeos e áudios que enganam e confundem a categoria, ou seja, levam uma falsa noção de que o projeto exclui os militares estaduais. No final das contas está mais a serviço do governo do que a representar os militares estaduais de São Paulo e do Brasil", disse Lotin.


VEJA COMO VOTOU CADA DEPUTADO MILITAR ESTADUAL

A FAVOR DO PLP 257
Capitão Augusto (PR/SP)

CONTRA O PLP 257
Cabo Daciolo (PTdoB/RJ)
Subtenente Gonzaga (PDT/MG)
Major Olimpio (SD/SP)

AUSENTE
Cabo Sabino (PR/CE)
Alberto Fraga (DEM/DF)
Major Rocha (PSDB/AC)

As bancadas do Psol, Rede, PCdoB e PT votaram todo 100% contra o projeto, enquanto as bancadas do PPS, PEN, PRP, PRTB, PSL e PV votaram a favor.

Fonte: Anaspra

Entidades querem que especificidade da atividade policial seja considerada na reforma da Previdência

Para a Fenapef, "quando se quer tratar de regras gerais, é preciso também considerar as situações excepcionais, e a dos profissionais de segurança pública é uma delas”.

O jornal Correio Braziliense, no Blog do Vicente, publicou matéria (9/8) em que revela o descontentamento dos policiais com o rumo que está tomando a reforma da Previdência. O jornal apurou que na semana passada, 19 diretores de diversas entidades se encontraram com integrantes do governo para discutir a reforma previdenciária. Entre elas, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), a Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil (Ampol), o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal, a Associação dos Delegados Federais (ADPF), a Ordem dos Policiais do Brasil (OPB) e representantes de Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

Ao Correio, a diretora de Comunicação da Fenapef, Magne Cristine, destacou que os riscos da atividade policial podem gerar doenças físicas e psicológicas, como depressão, embriaguez e suicídio, que, somadas aos casos de mortes no desempenho da atividade, justificam a aposentadoria diferenciada. “A violência no Brasil tem índices altíssimos e o efetivo policial está aquém do necessário, o que implica que, constantemente, em jornada de trabalho além do expediente normal”, afirmou. “Quando se quer tratar de regras gerais, é preciso também considerar as situações excepcionais, e a dos profissionais de segurança pública é uma delas”, completou.

O Correio também ouviu o especialista em Previdência e finanças públicas, Renato Follador, para quem os argumentos dos policiais são válidos. “Mas aposentadoria aos 47 anos, como ocorre com os policiais militares, é um absurdo nos dias atuais. Coronéis com os quais converso admitem que 55 anos seria uma idade mínima razoável”, defende. “Temos que encontrar o meio termo. É muito importante as regras aplicadas aos militares que se aproximem das dos civis para termos uma sociedade mais justa. Mesmo porque, os civis correm tantos riscos quanto os policiais ao viverem em cidades violentas, como Rio de Janeiro, São Paulo e, agora várias do Rio Grande do Norte”, salienta.

Simão Silber, professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, disse ao Correio que grupos organizados vão pressionar para não perder benefícios. “Não será tarefa trivial resistir às pressões. Se olhar experiências semelhantes, como as reformas de 2001 e de 2012, essas entidades sempre se mobilizaram. Resta saber até que ponto o governo interino terá força política para não ceder”, diz. “O âmago da questão é que o Executivo não tem autonomia para fazer os ajustes necessários. Depende de autorização legislativa e, enquanto tivermos 28 partidos no Congresso, será muito difícil aprovar reformas”, avalia.

Fonte: Blog do Vicente – Correio Braziliense/Fenapef

Deputado Federal Cabo Sabino proíbe aplicação do CPM aos militares estaduais da reserva ou reformados

Cabo Sabino. Arquivo Aspra

O deputado federal Cabo Sabino apresentou Projeto de Lei 5.876/2016, que acrescenta parágrafo único ao art. 13 do Código Penal Militar, coibindo a aplicação da lei penal militar aos policiais e bombeiros militares da reserva ou reformados, permanecendo sua aplicação apenas os militares das Forças Armadas, quando pratica crime militar ou quando é praticado contra si.

Em sua proposição, o parlamentar frisa que “a situação fática vivenciada pelos militares estaduais e militares federais, embora guardem pontos em comum, são, intrinsecamente distintas, razão pela qual mostra-se inadequado que eles sejam igualados em todos os aspectos”.

No caso dos Militares Federais, a redação atual do art. 13, tem efeitos desejados, tendo em vista que o militar federal, no seu cotidiano, não atua diretamente nas ações de segurança pública, ficando suas tropas em total aquartelamento, e, quando essa atuação ocorre dentro de um contexto da segurança pública, se dá de forma temporária por insuficiência de meios dos órgãos de segurança.

No entanto, a situação é diferenciada em relação aos policiais militares, notadamente aqueles de reserva, que já contribuíram com parte de sua vida para a segurança, assim como os reformados, que deixaram de prestar serviços a segurança por questões de doenças diversas. “Logo não é justo que esses militares, ainda que na reserva ou reformados se submetam aos ditames do código penal militar”, pontua o parlamentar.

A iniciativa deste Projeto de Lei visa atender a uma solicitação das entidades representativas de segurança pública do Estado do Ceará, que unidas, propuseram essa iniciativa. Dentre as entidades destaca-se a ACSMCE – Associação de Cabos e Soldados Militares do Ceará, APS – Associação dos Profissionais da Segurança, e ASOF – Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará.

Fonte: Homepage Cabo Sabino

STF confirma que Associação Nacional de Delegados Federais não tem legitimidade para representar todos os integrantes da Carreira Policial Federal

Acatando argumento da FENAPEF, Ministra relatora acolheu preliminar confirmando que a associação dos delegados não pode propor ação de controle concentrado de constitucionalidade.

No ano de 2012, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal-ADPF ingressou com ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamento-ADPF n. 270 junto ao Supremo Tribunal Federal contestando dispositivos da Instrução Normativa n. 13/2008-DG/DPF, que trata de regulamentação da Comunicação Social do DPF.

A diretoria anterior e atual, a partir de 2013, mapeou os processos de interesse da categoria em trâmite na Suprema Corte para fins de intervenção como amici curiae(amigos da corte). Ressalte-se, que as ações de interesse da FENAPEF no STF estão sob responsabilidade do Escritório Cezar Britto Advogados Associados.

Assim, em maio de 2015 a FENAPEF foi admitida nos autos da ADPF n. 270 na qualidade de amicus curiae (amiga da corte) alegando desde de logo a ilegitimidade da Associação dos Delegados para propor ação de controle concentrado de constitucionalidade, posto que representa apenas fração da Carreira Policial Federal.

No último dia 09/08/2016 foi publicada a decisão monocrática da lavra da Ministra Cármem Lúcia, a qual negou seguimento à ação, entre outros fundamentos, por não representar toda a carreira policial federal, como alegado por nós, vejamos alguns trechos:

“ (…)
6. Em 21.9.2015, autorizei o ingresso da Federação Nacional dos Policiais Federais – Fenapef na presente arguição de descumprimento de preceito fundamental como amicus curiae (DJe 25.9.2015), sustentando ela a ilegitimidade ativa da associação autora, por representar “tão só os delegados da polícia federal, ao passo que a norma aqui impugnada é aplicável a todos os membros da Carreira Policial Federal” (fl. 11 da Petição n. 22.037/2015 – docs. 10 a 14). 
(…)
10. Não seria juridicamente pertinente conferir-se prazo para regularização dessa falha, por ter assentado este Supremo Tribunal que a Associação dos Delegados da Polícia Federal – ADPF “não representa uma entidade de classe, mas uma subclasse ou fração de uma classe, porque a associação não alberga uma categoria profissional no seu todo, quer considerada como a dos funcionários da Polícia Federal, quer considerada como a dos Delegados de Polícia, ainda que se lhe reconheça o âmbito nacional”.

11. A ilegitimidade ativa ad causam da Autora é realçada por abrangerem os textos normativos impugnados todas as carreiras da Polícia Federal, composta por delegados, peritos, censores, escrivães, agentes e papiloscopistas (art. 1º do Decreto-Lei n. 2.251/1985). Este Supremo Tribunal assentou: “Se o ato normativo impugnado mediante ação direta de inconstitucionalidade repercute sobre a esfera jurídica de toda uma classe, não é legítimo permitir-se que associação representativa de apenas uma parte dos membros dessa mesma classe impugne a norma, pela via abstrata da ação direta. Afinal, eventual procedência desta produzirá efeitos erga omnes (art. 102, § 2º, da CF), ou seja, atingirá indistintamente todos os sujeitos compreendidos no âmbito ou universo subjetivo de validade da norma declarada inconstitucional”.”

Para o Diretor Jurídico da Fenapef, Adair Ferreira “a decisão é muito importante para fins de consolidação jurídica da FENAPEF como única entidade sindical representativa da carreira policial federal”. Com a publicação da decisão em comento, a Diretoria Jurídica da FENAPEF adotou uma série de providências visando não ter sua representatividade usurpada por outras entidades ou pessoas.

Vejam a decisão na íntegra em anexo: Decisão Monocrática ADPF 270. STF. 10082016

Agência Fenapef

Capitão Samuel: Deputado diz que PM não faz escala por falta de recursos

Foto: Arquivo Aspra. Capitão Samuel

O deputado estadual capitão Samuel Barreto, enviou na noite desta sexta-feira (19), uma mensagem para a redação do FAXAJU, através do whatsapp, onde informa que “a polícia militar não fez a escala rotineira do “Sergipe Mais Seguro” deste final de semana” por falta de “sensibilidade do secretário da fazenda”.

Samuel afirma que está faltando recursos e por conta disso, não será realizado o “Sergipe mais Seguro”. “Por falta de recurso, a PMSE deixa de realizar a operação extraordinária na Capital e no interior. Isso irá reduzir ainda mais o já combalido Policiamento em todo o Estado”, afirma Samuel. Ainda segundo o deputado, “a SSP e Comando suspenderam esse importante serviço devido à falta de recurso para pagamento do serviço extra de PMs”.

Samuel Barreto atribui essa situação à “falta de sensibilidade do secretário da fazenda, Jeferson Passos. “Lamentável a falta de sensibilidade do Secretário da Fazenda, mesmo sabendo que violência assola toda a sociedade, não podemos economizar pondo em risco a vida das pessoas”, diz Samuel.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

Governo mudará estatuto para polícia usar armas apreendidas

Arquivo Aspra

O governo federal prepara um decreto que vai permitir que a polícia fique com o armamento pesado apreendido com criminosos, atualmente encaminhado ao Exército para destruição. O anúncio foi feito hoje (16) pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em entrevista no Rio de Janeiro.

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A previsão de envio das armas apreendidas às Forças Armadas para destruição está na Lei 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento. Segundo Moraes, o decreto está pronto e será publicado até o fim de agosto. “Já conversei com o pessoal do Exército, que concordou com a ideia”, disse o ministro.

“Porque não tem nenhum sentido a polícia apreender armamentos pesados, como uma .50, um fuzil AK-47 e não poder utilizá-los. Vocês imaginam o absurdo que é apreender armamentos pesados e ter que encaminhar este armamento para que o Exército o destrua”, criticou.

Com a mudança da lei por decreto, o armamento apreendido poderá ser requisitado pela polícia, catalogado e utilizado no combate aos traficantes. Além da mudança na destinação das armas apreendidas, outro decreto vai facilitar a compra de armamentos pesados pelas polícias e também deve entrar em vigor este mês, segundo Moraes.

“No ano passado nós, em São Paulo, quando eu era secretário, demoramos quase nove meses para conseguir autorização para comprar 740 fuzis. Ora, nove meses não é possível”, criticou. “Temos que tomar medidas para fortalecer a força policial. E essas medidas das armas já deviam ter sido tomadas há muito tempo.”

O ministro disse que o país tem diagnósticos de mais e eficácia de menos no combate à violência e criticou as gestões que o antecederam por muito planejamento e pouca ação. “Temos um governo federal por anos gastando dinheiro com diagnósticos. São especialistas em segurança pública, que não sei como viraram especialistas sem nunca ter trabalhado em segurança pública, gastando um dinheirão do governo em viagens de especialização, quando todos nós já sabemos o diagnóstico necessário para se combater a violência no país.”

Crimes transnacionais

Moraes também falou na entrevista sobre cinco núcleos permanentes de inteligência e operação criados no mês passado para dar mais agilidade ao combate aos crimes transnacionais de tráfico de drogas e armas.

Os núcleos estão em fase de estruturação e envolvem as polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil dos estados do Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Rio de Janeiro e de São Paulo. “Esses núcleos nos permitirão combater mais diretamente os crimes transnacionais com ações de inteligência e de mapeamento de rotas. E estes estados foram escolhidos para iniciar o projeto exatamente por estarem em pontos-chave do ponto de vista dos fatores que geram a violência no país”, explicou.

Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul foram escolhidos por causa da fronteira com Paraguai e Bolívia, rota tradicional da entrada de drogas no país, principalmente maconha e cocaína. Já Rio e São Paulo são os dois grandes centros consumidores das drogas e armas que entram ilegalmente no país, segundo o ministro.

Fonte: Revista Exame

Crise na PM: Batalhão em Itabaiana fica sem 5 viaturas; 40 paradas em todo o Estado

Viaturas da PMSE. Arquivo Aspra

O programa Cidade Alerta Sergipe, na TV Atalaia (excepcionalmente hoje, às 18h50), mostra nesta sexta-feira (18h50) imagens de viaturas paradas em locadora contratada pelo governo do Estado para servir à Polícia Militar. O programa revela que foram recolhidas 5 viaturas do 3º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Itabaiana. É uma das maiores crises da história da PM em Sergipe.

Fonte: Ne Notícias

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Governo diz que não tem dinheiro para concessão imediata de subsídio à PM e pode parcelar salários

Embora tenha formado uma mesa de negociações, o governo de Sergipe não tem dinheiro para conceder subsídio à Polícia Militar. O comandante da PM, coronel Marcony Cabral, disse a policiais esta semana na cidade de Itabaiana que "o subsídio não é para agora".

Na manhã desta sexta-feira, 19, em entrevista a Gilmar Carvalho (MIX FM, Atalaia eCidade AM, de Simão Dias), o secretário da Fazenda, Jeferson Passos, deixou claro que, sem uma ajuda emergencial do governo federal, haverá novo parcelamento de salários e não há condição de concessão imediata do subsídio.

Fonte: Ne Notícias

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Polícia Legal. Mensagem do Capitão Samuel para a tropa - 18/08/2016

Assembleia Geral das Associações Unidas, 25 de agosto de 2016, às 14 horas. Protesto solidário. Compareçam!



Comando da PM reconhece dificuldade para pagar a locadoras

NE Notícias recebeu Nota do Comando da Polícia Militar, em resposta à matéria sobre a devolução de viaturas por falta de pagamento a locadoras.

Viaturas da PMSE. Arquivo Aspra

Veja a nota:

O Comando da Polícia Militar informa que estão sendo recolhidas às locadoras as viaturas que não estão sendo ativadas para o serviço operacional em virtude de defeitos mecânicos.  Esses veículos, inclusive, já deveriam ter sido substituídos pelas locadoras, por força de previsão contratual. Ao final de dois anos ou após cem mil quilômetros rodados as viaturas locadas precisam ser substituídas por veículos novos.

Contudo, devido ao delicado momento de crise financeira que o país vem atravessando, e que está afetando os estados e os governos estaduais, o Estado está com dificuldades para pagar em dia os seus fornecedores. Mesmo diante dessa dura realidade, o Comando da Polícia Militar vem envidando todos os esforços no sentido de bem cumprir a sua missão, realizando o policiamento ostensivo preventivo e a preservação da ordem pública, buscando garantir a segurança e a tranquilidade do povo sergipano.

Fonte: NE Notícias

Espetáculo Deprimente

Não há como esconder que nos últimos dias, o governador Jackson Barreto vem dando sinais de nervosismo e impaciência, tentando esconder a sua indisposição para o trato administrativo.

Governado Jackson Barreto. Arquivo Aspra

Desde a morte do saudoso Marcelo Déda, quando Barreto teve que por dever constitucional assumir o comando do Poder Executivo Estadual, que ele tem dado demonstrações de que os únicos atos que o atraem no âmbito da governança, são as atividades festivas, os foguetórios e as inaugurações com um aglomerado de comensais batendo palmas para ele.

O legado de Jackson como Chefe do Executivo Municipal, deixou um rastro de irresponsabilidades e improbidades administrativas, que resultaram em seu afastamento da Prefeitura de Aracaju, para responder a mais de trezentos processos, a maioria deles se não a totalidade, oriundos de atos de auxiliares, praticados sob as barbas do alcaide, que embora ordenador de despesas, não se atentou para a ilegalidade dos atos praticados na sua gestão.

Nos escalões superiores do Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e do Ministério Público, já é possível ouvir sussurros sobre uma possível intervenção no comando do Poder Executivo. Há um quase convencimento de que independente da crise econômica que o país atravessa, Sergipe enfrenta também uma crise de gestão, onde apesar do conturbado funcionamento da máquina pública, o governador se mostra despreocupado, e continua em clima de campanha eleitoral fazendo uma suposta negociação de cargos comissionados de forma dissimulada, como moeda de cooptação política, e embora esteja no comando administrativo há mais de dois anos, não conseguiu até agora minimizar os problemas que afetam áreas vitais do governo, principalmente as áreas de saúde e segurança pública.

Jackson tem ocupado os espaços midiáticos apenas para pedir paciência e informar que está fazendo um descomunal esforço para atender os anseios da população, mas na prática o que a população tem assistido é um governador indiferente, curtindo férias nas praias caribenhas, enquanto os servidores públicos estaduais, ativos e inativos, enfrentam a angústia de não saber que dia o salário entra em suas contas, para que possam honrar seus compromissos.

Como se não bastasse esse sofrimento, havia ainda setores da imprensa mostrando que um secretário de Estado recebeu em um único mês a bagatela de R$ 61 mil, enquanto um irmão do governador chegou a receber cera de R$ 58 mil por idêntico período. Sem contar a farra dos Conselhos que são utilizados, quase sempre para potencializar a remuneração de apadrinhados. Claro que independente da composição desses contracheques, não deixa de ser algo afrontoso para o servidor assalariado e para uma população que tem que conviver com um governador que diariamente chora lágrimas de crocodilo.

Como se nada disso fosse suficiente, para justificar a impaciência do governador, ele perdeu o comando da sucessão municipal de Aracaju, teve que recuar no lançamento de um candidato do seu próprio partido e fez uma aliança desconfortável com o PT, que um dia o aplaude e no outro o chama de golpista, por pertencer ao PMDB, partido acusado pelos barbudinhos de golpear a Presidente Dilma Roussef.

Buscando esconder o desconforto dessa companhia, Barreto tem ocupado seu tempo nas emissoras de rádio, usando a benevolência dos veículos de comunicação sustentados com as verbas governamentais, para proferir baixarias contra seus adversários políticos. Enquanto isso o Estado é entregue à própria sorte e os servidores públicos expressam diariamente a desilusão com a incompetência administrativa de Barreto.

A “cereja do bolo” veio em forma de mais uma indigesta notícia divulgada na manhã de hoje pela imprensa sergipana, dando conta que aproximadamente 50 viaturas utilizadas pela polícia militar no patrulhamento ostensivo, deixarão de servir à população simplesmente porque a empresa que fornece os veículos por meio de contrato de locação, está a mais de três meses nenhum centavo da SSP.

O picadeiro do “Circo Sergipe” segue armado e sob o comando do excelentíssimo Governador Jackson Barreto, produzindo espetáculos deprimentes às custas dos cofres públicos, patrocinando projetos políticos em desfavor das demandas da população.

Fonte: Blog Satirizando

A PM de Sergipe e a ironia do Governador Jackson Barreto

Jackson Barreto. Arquivo Aspra

A PM de Sergipe está num mato sem cachorro! A única instituição do poder executivo que não teve plano salarial aprovado, ou melhor, nem sequer encaminhado ao Poder Legislativo para votação. O Governador - das paradisíacas praias caribenhas - enche aquela boca horrorosa para dizer que promoveu 1000 (mil) policiais militares, mas numa casa com 5 mil significa que ao menos 3 mil ainda amargam promoções atrasadas há 7, 8, 9 10, 11, 12 e mais anos. Meu filho é um destes prejudicados e vejo quanto isso afeta a dignidade de um trabalhador e sua família. Quando se aprova plano salarial a coletividade de uma categoria de servidores é beneficiada, mas quando se promove 1000, estabelece-se a seletividade, ou seja, apenas uma parcela é contemplada.

Quanto ao subsídio não há desculpa para não aprovar e implementar, pois os demais órgãos tiveram seus planos salariais coletivos "ativados" em maio e junho deste ano. Para uns vale o benefício, todavia para PM vale a crise!? Esta lógica só é encontrada na mente irônica e pinoquiana de Jackson Barreto. É como um pai que tem cinco filhos e coloca o almoço à mesa enchendo o prato de quatro filhos, enquanto um fica com o prato vazio. Então, o pai diz de forma carinhosa aos quatro de pratos cheios: "Apesar da crise comam e se fartem." Depois diz de forma sarcástica para o filho de prato vazio: " Tenha fé e paciência meu filho e não adianta fazer cara feia e corpo mole. Um dia a comida chega...Estamos em crise!"

Fonte: Portal ASS Notícias

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Ao menos 20 viaturas da PM são recolhidas ao pátio do CFAP

Viaturas da PMSE. Arquivo Aspra

Continua o impasse sobre a falta de viaturas policiais nas ruas da capital e do interior do estado, principalmente agora que surge a informação de que a locadora de carros usados pela Policia Militar, estaria há 4 meses sem receber pela locação dos veículos.

No final da manhã desta quarta-feira (17), pelo menos 20 viaturas foram recolhidas ao pátio do Centro de Formação de Praças (Cefap), por estarem totalmente irregulares e sem condições de rodar por falta de manutenção. O radialista Alex Carvalho, do programa Fala São Cristóvão, na Comunidade FM, conseguiu fotografar e enviar para a redação do FAXAJU as viaturas estacionadas no pátio do Cefap.

As informações são de que o estado estaria há 4 meses sem pagar pela locação dos veiculos e por conta disso, a locadora parou de fazer a manutenção e com isso, devido ao desgaste, alguns militares estão se recusando a sair nessas viaturas. As viaturas foram levadas ao Cefap durante a manhã de hoje.

Além dessa situação, um policial militar que pediu para não ter seu nome revelado, disse que ” Não há dinheiro para plotar viaturas nem pra material de limpeza, e o combustível está limitado a 17 litros diários por viatura”. As fotos e informações foram enviadas pelo radialista Alex Carvalho

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

Viaturas da PM serão devolvidas por falta de pagamento a locadoras

Viaturas da PMSE. Arquivo Aspra

Os constantes discursos de que não falta combustível, que viaturas e motos passam por revisões periódicas e estão em condições satisfatórias de funcionamento, e que não há deficiência na Polícia Militar sergipana no sentido de estrutura funcional cada dia mais caem por terra e mais parecem justificativas maquiadas de quem precisa se firmar em cargo por lealdade a quem ofereceu o posto, esquecendo que a real fidelidade deveria ser destinada a quem paga o salário: o povo.

Prova da crise é a devolução de viaturas para as locadoras ainda nesta quarta-feira (17), segundo fonte do portal, que assegurou que cerca de 50 veículos sairão das ruas por falta de pagamento do aluguel, atrasado há quatro meses.

Em contato com o coronel PM Paiva, Relações Públicas na corporação, a informação do débito foi confirmada, mas acerca do retorno dos carros à locadora ele disse que não podia precisar por não ter chegado ao conhecimento. Questionado sobre o custo unitário de uma viatura para o Estado, Paiva falou que há uma variável tendo em vista os distintos modelos que integram as contratações.

Nos resta questionar: das 50 viaturas devolvidas, quantas foram retiradas das mãos dos que as ostentam nas vias públicas? Tira-se da rua e reduz-se o patrulhamento ostensivo, mas entre os leais permanecerá a magnificência custeada pelos cidadãos, vítimas incontestes do sistema que sempre arrebenta do lado mais fraco.

Fonte: Ne Notícias

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