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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Polícia Legal apreende ônibus escolar e ambulância em Neópolis


Fotos Grupo WhatsApp

Sem acordo com o governo do estado, que reivindicam a implantação do subsídio e a promoção automática, policiais de bombeiros militares decidiram deflagrar a segunda etapa do movimento “policia legal”.

Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (25), Dia do Soldado, no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, os militares decidiram intensificar o movimento “Policia Legal”. Os militares manterão o movimento até que o projeto de Subsidio e promoção automática seja aprovado na Alese.

Na manhã desta sexta-feira (26), durante a realização de blitz no municipio de Neópolis, e que teve o nome de “operação dentro da lei”, os militares abordaram um ônibus escolar e uma ambulância. Ao verificar a documentos dos dois veículos, os militares encontraram irregularidades na documentação.

Após a abordagem e a comprovação das irregularidades, os dois veículos foram apreendidos. As informações são de que essas abordagens serão feitas em todo o estado e outras viaturas poderão ser apreendidas.

Movimento intensificado – será intensificado a entrega dos requerimentos de uniforme; entrega das munições e coletes fora da validade; saída em massa do BANESE, a partir de segunda-feira (29).

Os militares também farão ato restaurante Padre Pedro, também a partir de segunda-feira. Ficou decidido que os militares que atuam na capital usarão o valor do ticket de 8,00 para almoçar e adotar pessoas carentes no local. No dia 7 de setembro, os militares farão uma manifestação e caminhada com os familiares.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

Valadares diz que, se faltar água, que Jackson "aja como homem e não fuja de sua responsabilidade"

"Quem cuida da água de Aracaju é o governo do Estado. Desejo que não falte. Mas, se faltar água," afirma Valadares, "que Jackson Barreto aja como homem e não fuja de sua responsabilidade". O recado foi enviado pelo senador Antonio Carlos Valadares em postagem numa rede social.

Em Brasília, onde participa de sessão no Senado Federal, o senador foi surpreendido com a informação da ação ardilosa, perpetrada pelo governador. "Sou um político que, diariamente, estou no Senado ou nos ministérios lutando por Sergipe, cumprindo com o meu dever e, por isso, com indignação repudio essas agressões absurdas."

Continuou Valadares: "Não conseguindo administrar os destinos de Sergipe como deveria, e na iminência de enfrentar um colapso no abastecimento d'água em Aracaju, Socorro e São Cristóvão, Jackson Barreto tenta desviar o foco de seu desgoverno ao transferir para terceiros responsabilidades que lhe cabem."

Fonte: Ne Notícias

Militares decidem sair "em massa" do Banese e fazer caminhada com familiares dia 7 de setembro

Militares em Assembleia. Foto Ne Notícias

Policiais e bombeiros militares superlotaram ontem (25) o Instituto Histórico e Geográfico de Aracaju, onde se reuniram para discutir a continuidade do movimento Polícia Legal.

Veja o que ficou decidido por unanimidade:
  1. Intensificação da entrega dos requerimentos de uniforme.
  2. Entrega das munições e coletes fora da validade.
  3. A saída em massa do BANESE. (a partir de segunda)
  4. Ato no restaurante Padre Pedro, os militares que atuam na capital usarão o valor do ticket de 8,00 para almoçar e adotar pessoas carentes no local.(a partir de segunda)
  5. Manifestação e caminhada com os familiares no dia 7 de setembro.
  6. Entrega dos alimentos arrecadados para as famílias dos policiais mortos no combate, que hoje passam necessidades.
  7. Os polícias militares agirão extremamente dentro da legalidade da função.
  8. Viaturas em condições fora da normalidade e legalidade serão colocadas fora de serviço, como já está sendo feito, o que já está diminuindo o número de viaturas nas ruas, como informamos mais cedo.
  9. O pouco combustível não será motivo para diminuir o percurso do patrulhamento, se a viatura parar... parou
Os militares manterão movimento até que o projeto de Subsidio e PTS esteja aprovado na Alese.

Fonte: Ne Notícias

Polícia Legal: Militares apreendem veículos oficiais com licenciamento atrasado

Militares apreenderam veículos oficiais dos municípios de Ilha das Flores, Santana do São Francisco e Pacatuba As apreensões ocorreram porque os veículos estavam com o Licenciamento em atraso. A operação foi realizada na 2 Cia do 2 BPM de Neopolis.

Fonte: Ne Notícias

“Em momento de crise no governo sempre aparecem ‘salvadores da pátria’ que em nada colaboram”, diz líder de Jackson Barreto

Ele cita o deputado Samuel, o presidente da OAB e “alguns locutores de rádio”

Francisco Gualberto. Arquivo Aspra

Líder do governo Jackson Barreto na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Francisco Gualberto (PT) afirmou, nesta quinta-feira, dia 25, que o trabalho que o Governo do Estado vem fazendo para tentar amenizar a crise na Segurança Pública não está sendo compreendido pelos deputados de oposição na Assembleia Legislativa.

O petista observa que, mesmo tendo espaço para dialogar com frequência com integrantes do governo, o deputado Capitão Samuel, por exemplo, sugeriu ao governador Jackson Barreto (PMDB) eleger prioridades – e até parar obras para não atrasar nem parcelar mais os salários dos servidores públicos.

“O que impressiona é essa falsa solução. Eu não gosto do sabor de salada de saliva com som de corda vocal. O deputado Samuel esqueceu que dinheiro de obra pública não pode ser usado em outra finalidade, pois é verba carimbada. O discurso chega a ser inocente. Não quero acreditar em má intenção”, disse o líder do governo.

Segundo Gualberto, em momento de crise no governo sempre aparecem ‘salvadores da pátria’ que em nada colaboram. E citou como exemplo “alguns locutores de rádio” e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE), Henri Clay Andrade. “Que já disse na imprensa que tem praticamente todas as soluções para o caso da segurança pública. Pena que não tenho força política para nomeá-lo secretário de segurança”, ironizou.

Ainda segundo Gualberto, como Samuel, outros deputados da oposição costumam criticar o governo de Jackson Barreto, mas nunca apresentam soluções viáveis. “Se alguém tiver uma ideia razoável que permita ao governo parar de atrasar e parcelar salários de servidores, que apresente aqui nesta tribuna. Eu mesmo serei o primeiro a apoiar”, garantiu o líder do governo.

Dilma

Francisco Gualberto também se solidarizou com a presidente afastada Dilma Rousseff que começa a enfrentar nesta quinta-feira a fase final do processo de impeachment no Senado. “É o dia da tragédia nacional, pois o golpe parlamentar contra Dilma começa a se consolidar”, disse. “Com isso, fica aberta a cancela para golpes futuros. A democracia está violentamente agredida e não sei quando será recuperada”, afirma Gualberto.

De acordo com ele, a população brasileira irá pagar um preço muito alto pelo o que está acontecendo agora na política. “Tudo que o governo do golpe está fazendo já anuncia essa temeridade. Daqui a um ano tudo voltará a ser como era antes de Lula em relação à miséria e exclusão social”, disse Francisco Gualberto.

Fonte: Universo Político

Paim diz que Jackson deveria sofrer o "impeachment de Dilma"

Ontem, 26, no primeiro dia de julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), o senador Paulo Paim (PT/RS) colocou Sergipe entre os Estados que teriam praticado pedaladas fiscais. Ou seja, para o senador, o governador Jackson Barreto (PMDB) deveria sofrer o mesmo impeachment de Dilma.

Fonte: Ne Notícias

Cacho diz que Jackson é "frouxo e irresponsável" e que PMs "estão cavando as próprias sepulturas da sociedade"



No grupo de whatsApp "Café com Política", o advogado criminalista e ex-secretário de Estado da Justiça, Emmanuel Cacho diz que policiais militares sabotam a Segurança Pública e adverte o governador do Estado: "Jackson, deixe de ser frouxo e irresponsável":

Gente esse negocio se SABOTAR a Segurança Pública do estado é um caminho sem volta. 

Gilmar pelo amor de Deus não divulgue esses áudios dos presos dizendo que vão fazer isso e aquilo nas prisões. Assim a IMPRENSA Está prestando um serviço a eles.

Policiais militares vocês estão cavando as próprias sepulturas da sociedade e a deles próprios. Pensem!!!! Quando crime se estabelece não tem como reordenar. A Polícia Militar e os PMs estão prestando um desserviço ao povo.

Governador Jackson Barreto deixe de ser Frouxo e irresponsável e tome uma PROVIDÊNCIA URGENTE!!!!!

Fonte: Ne Notícias

Associações Unidas emitem carta aberta à população sergipana

Os valorosos Policiais e Bombeiros que tão brilhantemente servem à sua população, com a doação de suas próprias vidas se for preciso, estão cansados de engano e desprezo por parte do Governo do Estado. Se não bastassem as leis ineficazes desse país, a falta de apoio estatal no desempenho de nossas funções, a falta de politica publica e institucional para esses trabalhadores, a cidadania cassada e a liberdade cerceada pelo militarismo arcaico.

Convivemos com salários atrasados e defasados corroídos pela inflação, convivemos com a miséria de um ticket alimentação de R$ 8,00, convivemos com a falta de perspectiva de uma carreira profissional, com a falta de uma Jornada de Trabalho justa para a especificidade do nosso serviço, convivemos com a falta de estrutura básica no ambiente de trabalho como água para beber, alojamento, refeitório, papel, material de limpeza, viaturas sem manutenção, falta de EPI, coletes e munições vencidas, a falta de treinamento adequado, a falta de uniformes completos, falta tudo, menos vontade de trabalhar.

Ao longo de anos sofremos as dores diárias dessa profissão pouco valorizada e sofremos calados. Porem é chegado o momento do basta. Com isso, não culpamos os gestores das Instituições que tem que administrar com tão pouco recurso grandes demandas, recursos esses que caem a cada ano. Isso não é compromisso com a Segurança Pública. A maquiagem das propagandas radio televisivas não mais são suficientes para esconder uma triste realidade em que chegamos.

Esclarecemos a população que. mesmo com toda dificuldade, continuaremos a servi-los. Porém trabalharemos dentro das condições que nos é oferecida. Jamais nos omitiremos em salvar vidas, em proteger o cidadão, em cumprir nossa missão constitucional de manter a paz e a ordem.

Esclarecemos ainda que, a “Polícia Legal” é o conjunto de atividades realizadas pelos militares estaduais, sem ferir a legislação vigente e o regulamento militar. O objetivo é sensibilizar o governo para os graves problemas da segurança pública, quanto a falta de perspectivas de ascensão na carreira, a implementação do subsídio, a falta de equipamentos para o desempenho da função e a insalubridade no ambiente de trabalho. Finalizamos, pedindo o apoio de toda a população sergipana e seus seguimentos, no combate desleal que temos enfrentado diuturnamente.

JUNTOS SOMOS FORTES E UNIDOS IMBATÍVEIS

Fonte Associações Unidas

Polícia Legal: Policiais decidem intensificar ações para pressionar governador do estado

Em assembléia geral realizada nesta quinta-feira (25), no Instituto Histórico de Sergipe, com quase mil policiais e bombeiros, ficou decidida a manutenção do movimento Policia Legal, a partir de agora com ações mais intensificadas.

Também foram aprovados seis itens como a intensificação da entrega dos requerimentos de uniforme; entrega das munições e coletes fora da validade; saída em massa do banco do Estado (Banese), já a partir de segunda-feira; ato no restaurante Padre Pedro, aonde os militares que atuam na capital usarão o valor do ticket de R$ 8,00 para almoçar e adotar pessoas carentes no local, também a partir de segunda-feira; manifestação e caminhada com os familiares no dia 7 de Setembro, e entrega dos alimentos arrecadados para as famílias dos policiais mortos no combate, que hoje passam necessidades.

Segundo informação dos participantes da assembleia, os polícias militares agirão absolutamente dentro do que determina a função legal. Assim, as viaturas em condições fora da normalidade e legalidade serão colocadas fora de serviço, como já está sendo feito, o que já está reduzindo o número desses veículos nas ruas. O pouco combustível não será motivo para diminuir o percurso do patrulhamento: “se a viatura parar, parou!”

Os militares continuarão mobilizados até o projeto de Subsidio e PTS esteja aprovado na Assembleia Legislativa, garantindo assim, como os demais servidores, um plano de carreira e salários “destes trabalhadores que doam suas vidas diariamente pela paz social dos sergipanos”.

Fonte: Faxaju

Comemorar ser soldado por 18 anos? Desabafa policial



Um policial militar que pediu para não ter seu nome revelado, enviou um e-mail à redação do FAXAJU, onde fez um desabafo em alusão ao dia do soldado, 25 de agosto. O militar diz que não há nada para comemorar, quando se “recebe salário por quinzena”. Veja o desabafo do PM que vai mais além e diz que ” E para completar, comemorar o Dia do Soldado em postos de trabalho que não tem se quer água para beber?”.

“Comemorar o recebimento do salário por quinzena? Comemorar ser Soldado por 18 anos? Seria motivo comemorar não ter nem a correção do índice da inflação por 4 anos seguidos? Há motivos para comemorar quando recebemos um ticket alimentação de R$ 8,00 a mais de 3 anos? Comemorar o recebimento de uma muda de farda incompleta a cada 2 ou 3 anos? E para completar, comemorar o Dia do Soldado em postos de trabalho que não tem se quer água para beber? Comemorar as condições insalubres de postos policiais de todo o estado, como o 1º CIPM na Rodovia João Bebe Água, que comporta escalas de 12h e 24 horas, com policiais militares masculinos e femininos, quando só possui uma torneira na pia da cozinha para fazer toda e qualquer atividade doméstica e de higiene? SÓ RESTA A VERGONHA!”

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

Polícia Legal: PMs/BMs irão almoçar e adotar um carente no Padre Pedro

Os militares manterão o movimento até que o projeto de subsidio e promoção automática seja aprovado na Alese. Governo alega que está realizando estudos para atender a categoria, mas não da sinal de quando isso irá ocorrer. Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (25), Dia do Soldado, no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, os militares decidiram intensificar o movimento “Policia Legal”.

Com isso, as viaturas em condições fora da normalidade e legalidade serão colocadas fora de serviço, como já está sendo feito. A diminuição da cota de combustível também foi pauta da assembleia. Os militares decidiram que sairão com viaturas “com pouco combustível e se parar, parou”. Além disso ficou decidido que será intensificado a entrega dos requerimentos de uniforme; entrega das munições e coletes fora da validade; saída em massa do BANESE, a partir de segunda-feira (29).

Os militares também farão ato restaurante Padre Pedro, também a partir de segunda-feira. Ficou decidido que os militares que atuam na capital usarão o valor do ticket de 8,00 para almoçar e adotar pessoas carentes no local. No dia 7 de setembro, os militares farão uma manifestação e caminhada com os familiares.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Polícia Civil - Sergipe: Policiais continuam mobilizações contra parcelamento de salários


Saiba o que foi deliberado na última Assembleia, 23.

Na manhã desta terça-feira, 23, durante a Assembleia Ordinária na Academia de Polícia Civil/Acadepol, foi deliberado que:

1 – A “OPERAÇÃO MEU SALÁRIO MINHA VIDA" continua em todas as Delegacias e Departamentos. Sendo realizado apenas os serviços internos.

2 - A Campanha Publicitária contra as atitudes do Governo também continuarão a todo vapor.

3 - A diretoria do Sinpol Sergipe se reunirá com a ADEPOL afim de promover mobilizações conjuntas.

4 – Realizar a próxima Assembleia Geral em frente do COPE.(A data será definida pela Diretoria do Sindicato).

Assessoria de Comunicação/Sinpol Sergipe

Câmara dos Deputados: Presidente de comissão defende desmilitarização da força policial

Presidente da Comissão Especial da Câmara Federal, destinada a estudar e apresentar propostas sobre a unificação das polícias Civil e Militar, o deputado federal/delegado Edson Moreira (PR-MG) já se manifestou favorável à medida.

Promotor do seminário “Unificação das Polícias Civil e Militar – Viabilidade e seus Desdobramentos”, ele lembrou que a discussão é antiga, vem de 1995, quando em São Paulo o então governador Mário Covas (PSDB) já sinalizava com a possibilidade de trabalhar desta forma. “A força policial tem de ser desmilitarizada mesmo. Deve existir uma força policial do Estado, sem graduações, sem postos. Então, a gente tem de verificar a melhor forma possível de se mudar isto, sem muitos traumas”, ressaltou.

A proposta seria criar uma nova polícia, com ingresso único, academia de formação única, diminuindo assim os gastos públicos com essa formação e preparando melhor os profissionais de segurança pública. O novo modelo, de acordo com o deputado, prevê a garantia dos direitos individuais e assegura o pleno exercício da cidadania.

Cinco cidades mineiras já discutiram a unificação das polícias Civil e Militar com a presença do parlamentar este ano. O primeiro seminário foi realizado em Belo Horizonte, seguido por Montes Claros, no Norte de Minas, Campanha e Varginha, ambos municípios localizados no Sul de Minas, e Sete Lagoas, na Região Metropolitana.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Aspra Sergipe deseja a todos os militares um feliz dia do Soldado!


Jackson e a dúvida que acossa os lúcidos neste momento: a prioridade é Sergipe ou os amigos?

Jackson Barreto. Arquivo Aspra

Graves e merecedoras de total atenção do governador Jackson Barreto – e até de outras autoridades – as palavras do deputado estadual Robson Viana. Ao dizer ao Universo que pelo menos 30% dos secretários do Governo do Estado estão acomodados, não usam a criatividade para resolver os problemas de Sergipe e também não vestem a camisa do governo, o deputado presta um grande serviço à população. É preciso, porém, que o governador também faça a sua parte. Entre em ação. Tenha firmeza, pulso para, em confirmando o juízo, exonerar quem insistir em dar de ombros à expressão “simancol”.

Que papo é esse de não servir para o cargo e mesmo assim continuar sendo custeado pelo suado dinheiro do contribuinte? Estamos pagando os vencimentos, bancando a estrutura inerente ao serviço público pra quê? Qual o retorno, ao julgarmos pelas palavras de Robson Viana? É absurdo. Mesmo no governo Jackson Barreto. Mesmo no governo da insegurança pública. Mesmo no governo que servidor recebe vencimento parcelado. Mesmo no governo de professores e policiais injustiçados – entre outras mazelas – é absurdo.

Reflita o que disse Robson Viana nas entrelinhas, internauta: a pessoa ocupa um cargo de secretário de Estado com custos elevados aos cofres públicos, mas não corresponde às expectativas. Não devolve ao Estado o dinheiro suado do contribuinte que é usado para lhe pagar com as soluções para os problemas de Sergipe. Como disse na abertura do texto, são palavras graves que merecem atenção das autoridades.

A lógica do deputado Robson Viana, note-se, pode explicar o caos vivido por Sergipe. Não que os problemas sejam criados por secretários de Estados. Nada disso. Mas pelo fato de serem remunerados para resolver os problemas e, como diz Robson, estarem acomodados. Não vestirem a camisa. Se eles não resolvem o que fazem nos cargos? Quem resolverá? Aliás, a lógica do deputado, ao conceder a entrevista, é justamente apelar para que os secretários coloquem seus cargos à disposição do governador – e, assim, novas pessoas tenham a oportunidade de ajudar a tirar Sergipe do buraco.

Gostaria de acreditar que os secretários, num gesto de grandeza, consideração ao governador e amor a Sergipe, levarão o apelo de Robson Viana a sério. Evidente que não sem antes refletir e confirmar ou não se a carapuça tem número ideal. Mas queria acreditar que todos eles examinariam a consciência, olhando o caos que Sergipe se encontra, e deixariam o governador à vontade para fazer novas escolhas. Um cargo não pode ser maior que o seu ocupante. Mas escrevi gostaria. Futuro do pretérito. Meu otimismo não chega a tanto.

Não creio também que o governador fará o básico: levar em consideração os anos de amizade que tem com Robson Viana, chamá-lo ao seu gabinete, agradecer o gesto e pedir nomes. Não para escandalizar. Constranger. Mas para averiguar e, em confirmando juízos, tomar as providências cabíveis. Se o governador tem discernimento que seu governo é pífio, fraco – e isto é manifesto no próprio sentimento da população que lhe confere uma rejeição inimaginável outrora – por que se permitir ao luxo de não levar Robson Viana a sério, quando este apresenta possíveis soluções? Boa pergunta, não? O fato é que Jackson tem mais uma oportunidade ímpar de sepultar uma dúvida que acossa os lúcidos neste momento: a prioridade é Sergipe ou os amigos?

Joedson Telles

Fonte: Universo Político

Prerrogativa de independência funcional pretendida por delegados de polícia é esdrúxula, afirma Janot


A independência funcional pretendida pelos delegados de polícia está sendo combatida pela sétima vez por meio do Ministério Público Federal. Trata-se da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.579 ajuizada pelo Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no Supremo Tribunal Federal, contra os dispositivos da Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF) que equiparam os cargos de delegado de polícia e perito criminal às carreiras jurídicas.

A Procuradoria Geral da República considera a Lei Orgânica do DF incompatível com os princípios constitucionais da finalidade e da eficiência, com a definição de polícia e com as funções constitucionais do Ministério Público. Janot afirma que “a Lei Orgânica do Distrito Federal, ao interferir na estrutura e nas funções da Polícia Civil delineada pela Constituição da República, incorre em inconstitucionalidade material. Ademais, a mudança do art. 241 pela Emenda Constitucional 19, de 4 de junho de 2008, evidencia que o poder constituinte reformador federal tencionou extirpar qualquer possibilidade de equiparação da carreira de delegado de polícia a carreiras jurídicas, de maneira que a previsão da Lei Orgânica do Distrito Federal está em confronto direto com a vontade do poder constituinte”, concluiu.

O Procurador comenta que o texto da norma do DF “desnatura a função policial, ao conferir indevidamente aos cargos de delegado de polícia, perito criminal, médico legista e perito papiloscopista a prerrogativa de independência funcional, com o intuito de aumentar a autonomia da atividade policial e, muito provavelmente, para atender a interesses corporativos dessas categorias de servidores públicos”. Ele explica que esses dispositivos estão no art. 119, parágrafos 4º e 9º, nas redações atual e anterior da LODF.

No texto em que defende a inconstitucionalidade, o procurador-geral afirma ser esdrúxula a prerrogativa de independência funcional defendida pelos delegados. “Prerrogativa de independência funcional, além de esdrúxula para as funções, são incompatíveis com o poder requisitório do Ministério Público, expressamente conferido pela Constituição, no art. 129, I e VIII, e com a própria natureza e definição constitucional da função policial, que não é judicial nem de Ministério Público, para necessitar desse apanágio”, alegou Janot.

De acordo com matéria publicada no Blog “Jota UOL”, a ADI é a sétima iniciativa do Ministério Público Federal contra normas similares constantes de constituições de entes federativos em tramitação no STF. Já foram encaminhadas a seus respectivos relatores as seguintes ações: 5.517 (Espírito Santo, Celso de Mello); 5.520 (Santa Catarina, Teori Zavascki); 5.522 (São Paulo, Gilmar Mendes); 5.528 (Tocantins, Celso de Mello); 5.536 (Amazonas, Teori Zavascki); 5.573 (Rondônia, Edson Fachin).

Agência Fenapef

Piauí: Deputados querem desmilitarização das polícias e criação de única força de segurança pública



A Comissão Especial de Segurança Pública da Câmara dos Deputados se reúne, na tarde desta sexta-feira (19), com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal do Piauí. A discussão acontece no plenarinho da Alepi e tem como objetivo debater sobre a unificação das polícias.

Na prática, os parlamentares querem a desmilitarização da polícia e criar uma única força de segurança pública. O presidente da Comissão, deputado federal Edson Moreira, defende que a unificação entre as instituições da Polícia Civil e Militar irá impor ordem na segurança pública e diminuir índices de violência. 

“Com essa união das polícias será criado um comando único. Uma parte dos policiais ficará na investigação e a outra uniformizada [fazendo policiamento ostensivo]. Vivemos um clima de terror. O crime organizado toma conta do país”, defende o deputado. 

A audiência foi proposta pelo deputado federal Silas Freire (PP). Em entrevista ao Cidadeverde.com, o parlamentar piauiense ressaltou a opinião do presidente da Comissão e disse que a mudança no modelo de Segurança Pública do Brasil é urgente. 

“As pessoas vivem com medo. Existe uma interrogação entre os que fazem segurança pública. Hoje podemos afirmar que o modelo atual de segurança está falido. Esse é debate que o Brasil precisa ter”, pondera Silas. O deputado propõe, ainda, que a Secretaria Nacional de Segurança Pública mude de status e se torne um ministério. 

As audiências sobre a unificação das polícias estão sendo realizadas em todos país pela Comissão Especial de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. Em todos os estados, a discussão levanta polêmicas. No Piauí, o Sindicato dos Policiais Civis destacou que o tema merece uma debate mais amplo.

"As decisões devem ser tomadas levando em conta a equiparação dos policiais e delegados. Hoje o delegado também é um policial civil. Não se faz nenhuma mudança sem passar pela desmilitarização", afirma Costantino Júnior, presidente do Sinpolpi.

O tenente Coronel Carlos Pinho, da Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Piauí disse que entidade é contra o processo de desmilitarização, o que considera como um "papel em branco" e sem a discussão necessária com a sociedade. "Como é que vamos assinar um papel, em branco, sem conhecer o que tem de concreto. O que deve ser feito é uma consulta a sociedade, pois essa sim sabe e reconhece a Polícia Militar", criticou, destacando que o tema já está em debate há mais de 30 anos e que essa mudança afetaria o caráter institucional da PM. "O caráter militar é uma força que é fundamentada na disciplina e isso não deve ser mudado", completa.

O encontro também contou com a participação de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil- Seccional Piauí.

Flash Diego Iglesias
redacao@cidadeverde.com

Fonte: Portal Cidade Verde/Piauí

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Polícia Legal: Soldado Isaías responderá crime militar por declarações feitas contra o ex-secretário Mendonça Prado


Criminalizam pais de família, pelo simples fato de falar a verdade.... ninguém pode criticar o intocável governador do estado, não pode criticar o ex Secretário Mendonça Prado, não se pode criticar Policiais militares de patente superior, é lamentável tal fato, mas a ditadura militar não acabou....

Fonte: Facebook Soldado Isaías

Especialista defende unificação das polícias Civil e Militar

O coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Segurança Pública (Cepesp) da PUC de Minas Gerais, Luis Flávio Sapori, defendeu nesta terça-feira (23), em audiência pública, a unificação das polícias Civil e Militar.

O assunto foi discutido durante audiência pública da comissão especial destinada a estudar o tema e se contrapôs à resistência das duas instituições em aceitar a unificação. Segundo Sapori, o ideal é implantar o ciclo completo de policiais no Brasil, sistema que determina que “a mesma polícia que faz o patrulhamento das ruas investigue os crimes cometidos”. Ou seja, o policial militar estaria apto a realizar o trabalho do policial civil e vice-versa.

“Não é uma terceira polícia, é transformar as duas existentes em uma só. Ambas as polícias teriam função ostensiva e judiciária. É uma mudança constitucional em que, a partir de certo momento, cada estado teria uma única polícia, que será definida posteriormente como civil ou militar, escolhendo apenas a cultura que querem seguir”, explicou. Desta forma, na visão do palestrante, o Estado economizaria em recursos, equipamentos e estruturas, que seriam os mesmos para todos os policiais.

Antigo e ineficiente

Ao criticar o atual modelo adotado no Brasil, Sapori afirmou ser um formato antigo e ineficiente. “Nosso modelo de polícia, há décadas, dá sinais claros de que não é capaz de enfrentar com competência e eficiência a violência no Brasil. Só faz com que as polícias se tornem competitivas e não cooperativas”.

Porém, o especialista destacou que a unificação não soluciona todos os problemas da segurança pública brasileira, mesmo que aumente, ao menos, a capacidade de prevenção e repressão dos policiais. Ele relatou também que existe um risco ao juntar policiais de culturas organizacionais distintas. “Não basta dizer por lei que a cultura das polícias vai deixar de existir. Está na cultura do indivíduo”, disse.

Ciclo completo

O autor do requerimento para realização da audiência pública, deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), afirmou que “o ciclo completo se impõe como premissa na busca por eficiência e eficácia na polícia brasileira”. Para ele, o convidado forneceu soluções para os modelos sugeridos à comissão especial.

Por outro lado, ele pediu que a Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais, agentes de trânsito, entre outros responsáveis pela segurança pública do País fossem incluídos nos debates. “Não parece razoável que apontemos soluções para duas polícias apenas”, declarou.

Reportagem – Clara Sasse
Edição – Newton Araújo

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Unificação das polícias civil e militar é tema de novo debate na comissão especial

A comissão especial que discute a unificação das polícias civis e militares ouve nesta terça-feira (23) o vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Luiz Claudio Chaves, e o coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Segurança Pública (Cepesp) da PUC de Minas Gerais, Luis Flávio Sapori.

Tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar são ligadas aos governos estaduais, mas com missões diferentes. A Constituição determina que a Civil atue na repressão e na investigação de crimes. Já a Militar, na prevenção da criminalidade e na preservação da ordem pública. A unificação enfrenta resistência das duas carreiras.

A audiência desta semana foi proposta pelo deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) e deve discutir o ingresso nas carreiras, a estrutura remuneratória, a matriz curricular para a formação básica desses profissionais, entre outros aspectos. “É indispensável debatermos pontos essenciais sobre a viabilidade e consequências [da unificação], além do resultado que se pode esperar para a segurança pública destas duas forças policiais.” A audiência será realizada no plenário 8 a partir das 14h30.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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